Todo cuidado é pouco. O Instituto Evandro Chagas confirmou mais três casos de Influenza A no Pará. Os pacientes passam bem e estão em isolamento domiciliar. Todos os seus contatos já estão sendo monitorados.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
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2 comentários:
Acabo de receber, via e-mail, a seguinte nota:
"A Assessoria de Comunicação do Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará "Dr. Waldemar Penna", localizado em Santarém (PA), informa que até a presente data no Hospital não houve nenhum caso de infecção pelo vírus da gripe suína (Influenza A - H1N1). Ao mesmo tempo esclarece que o HRBA está preparado para atender pacientes que apresentem os sintomas da doença, já que possui um leito de isolamento reservado para eventuais casos, medicamentos indicados ao tratamento e profissionais treinados e capacitados para prestar o atendimento necessário.
O Ministério da Saúde faz uma grande campanha de divulgação sobre os riscos de contaminação, prevenção, sintomas e procedimentos a serem tomados em casos de suspeita. Saiba mais informações sobre a Gripe Suína:
A Influenza A (H1N1) é uma doença respiratória e a transmissão ocorre de pessoa a pessoa, principalmente por meio de tosse, espirro ou contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
As medidas de prevenção podem ser tomadas com a lavagem das mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável. Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal. E não usar medicamentos sem orientação médica.
Os sintomas podem ser observados se o paciente apresentar febre alta repentina (maior que 38°C) e tosse, acompanhadas ou não de dores de cabeça, musculares, nas articulações ou dificuldade respiratória. É importante lembrar que estes sintomas surgem em até 10 dias após a pessoa ter contato com alguém infectado.
O Hospital Regional é regulado pela Central de Regulação do município de Santarém, assim em casos suspeitos, o paciente deve ser encaminhado ao posto de saúde ou pronto socorro da cidade de origem e posteriormente, se for necessário, será transferido para atendimento no HRBA.
Amarildo Sena - ASCOM/HRBA"
Por que não se colocam equipes da área epidemiológica no interior do Aeroporto de Val-de-Cans para monitorar a chegada dos que vêm de Buenos Aires, Cidade do México, Miami, etc?
Não é melhor prevenir do que remediar?
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